Por Fernando Abelha
A propósito do pleito da Associação dos Engenheiros Ferroviários – AENFER, para que a Fundação REFER conceda moratória ao pagamento de empréstimos já concedidos aos seus participantes –  sustação motivada pela pandemia que se agrava no País – recebemos do Eng. Paulo Cézar PC o seguinte e-mail:
“Senhores,
Lendo a proposição da AENFER, sou da mesma opinião do nosso colega Geraldo de Castro Filho, visto que ações emergenciais devem ser propostas para quem não está recebendo qualquer remuneração trabalhista provocada por este vírus invisível.
Esses pequenos empréstimos efetuados pela REFER a seus participantes, são feitos proporcional e percentualmente aos valores mensais de cada, de modo que não afeta essa sua remuneração mensal.
Mesmo porquê, a REFER já contempla seus participantes como uma complementação ao salário de aposentados que têm seus direitos garantidos pelo governo federal em aposentadorias, fato fático para estar participando na REFER.
Já estamos preocupados com o futuro de nossa FUNDAÇÃO e a direção que ela pode tomar com essas mudanças abruptas de Diretorias e não podemos nos dar ao luxo de proporcionar essas reais ideias de preciosismos ditos de características humanitárias para agraciar participantes sem realmente vislumbrarmos a real necessidade.
Assim penso,
Paulo César PC”