Por Fernando Abelha

“Prezados companheiros ferroviários. Chega a ser estarrecedor e cruel, o tratamento que nos é dado pela Estatal VALEC, em nossos Dissídios Coletivos, desdém e desrespeito. Para não cumprir seus compromissos, desafia os principais órgãos do Governo, inclusive a Justiça do Trabalho, representado pelo seu órgão máximo o TST-Brasilia. Com pretexto de mais prazo para negociação, conseguiu junto aquele egrégio  Tribunal, adiar a audiência então marcada para dia 14/05, onde seria discutida nossos  dissídios 2015/2016 e 2017/2018, Representado pela Federação Nacional de Trabalhadores Ferroviários-FNTF e seus Sindicatos da Base, onde estão inseridos reajustes e Revisão da Tabela Salarial, com parecer favorável do Ministério Público do Trabalho, fruto de uma Comissão Paritária, na qual aquela empresa, não só autorizou a formação, participou, fixou o prazo de 180 dias, participou com  maioria, aprovou, assinou e publicou. O TST fixou um prazo até 31/05, para as partes se reunirem, não havendo um acordo ficaria marcado para 11/06 a decisão final. Estranhamente, à revelia da FNTF, sem a presença da mesma, realizou uma reunião no mesmo dia 14/05, com a outra federação, a FNIST. Sem prejulgar este companheiros, estão no seu papel, somente acho que a situação difícil  por que passa a nossa classe, deveria prevalecer, acima de pensamentos e ideologias, A reunião ocorreu com relação ao Dissídio Coletivo 2018/2019, repito sem a presença e pauta da FNTF. Para hoje dia 18/05, está marcada no TST uma outra com os mesmos elementos, neste momento não tenho a mínima ideia do que acontecerá. Uma certeza tenho, pois ontem dia 17,  conforme o Ministro Hélio me relatou, haverá a presença dos Sindicatos da base, sem participação efetiva. Já não foram convocados, avisados ou convidados, para questionarem estas atitudes, cobrar transparência, e dar ciência a quem possa interessar, que a FNTF, só participará oficialmente da audiência até agora prevista para 11/06, quando os assuntos serão discutidos com o colegiado do TST, inclusive nossa Tabela Salarial, atitude firme e corajosa de nosso maior líder ferroviário Ministro Hélio Regato, a quem devemos o pouco que tivemos nestas últimas décadas. Tive acesso a Ata da reunião do dia 14/05, me permitam transcrever uma cláusula econômica em que a VALEC através de seu Superintendente de Gestões de Pessoas, oferece:3% (75% do índice) para 17 e 18- com retroativo de 2 meses=O,5%(30%) do índice de 18 para 19. O que seria isto sobre nossos salários atuais, sem nossa Revisão? Uma excrecência e imoralidade. É contra este estado de coisas, que precisamos atuar, mas necessitamos da unidade, sozinhos não somos nada. Esta minha pregação e admiração pelo nosso Hélio Regato, e seu trabalho, fui chamado por uma pessoa ligada a Associação dos Engenheiros de Belo Horizonte=AENCO, instituição por quem tenho um grande respeito, amigos com quem trabalhei na Rede a quem estou sempre abastecendo de informações, a de PETISTA E BAJULADOR, !!! Como a pessoa não conhece, nunca viu pessoalmente o Ministro, gostaria de lembrar a verdadeira Romaria de ferroviários na Sede da Federação, Av. Passos, procurando informações, ajuda, aconselhamentos, orientações, dentre eles a AENFER e FAEF, nas pessoas de nossas grandes amigas Clarice, Isabel, sempre bem recebidas e acolhidas. Nem por isto podem ser rotuladas como eu fui. Estas coisas de mineiros, nós mineiros resolvemos em Minas Gerais. Continuar nossa batalha é o mais importante de tudo. ADAUTO ALVES- Vice-Presidente da Mútua e Diretor da FNTF”.

AENCO esclarece discordâncias 

“Sou a SHEYLLA da Aenco e o que eu conversei com o sr. Adauto, não foi em nome da instituição que eu trabalho e respeito há 45 anos. Disse o que penso porque com essa política que estamos vivendo ex-presidente nunca deixa de ser presidente e ministro nunca deixa de ser ministro e isso e coisa de petista.  Como o sr. Adauto, se sentiu ofendido, quando conversamos através de msm, já tinha lhe pedido desculpas, mas parece que não bastou.

Por este motivo peço desculpa. O nome da Aenco está sendo envolvido, sem sentido, pois essa não é a postura dos nossos dirigentes.

Desculpas mais uma vez. Sheylla de Paula Reis”.