Por Luis Fernando Salles

Enquanto que no Rio de Janeiro o Museu Ferroviário, que abriga a locomotiva Baronesa, e o carro do Imperador, está fechado e abandonado no subúrbio do Engenho de Dentro, felizmente o Museu Ferroviário João Evaristo de Abreu Duarte, em Ribeirão Pires, recebeu reestruturação administrativa. O objetivo foi adotar medidas técnicas e mecanismos de gestão recomendados pelo Ibram e pelo Sisem (Sistema Estadual de Museus), seguindo os marcos da política nacional de museus.

As adequações foram realizadas pela Prefeitura da de Ribeirão Pires, por meio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico e do Catp (Centro de Apoio Técnico ao Patrimônio). As melhorias tiveram por objetivo aproximar o público do local.

É o primeiro museu ferroviário a ter instalações de ferromodelismo, com maquetes que respeitam a escala. O Museu Ferroviário João Evaristo de Abreu Duarte transformou-se em foco de ações educativas, transmitindo a história e importância da ferrovia para o desenvolvimento do município e da região.

Foi criado pela Prefeitura também um conselho gestor, formado majoritariamente por ferroviários, para a condução do museu por meio de gestão participativa.

Inaugurado em 2016, o Museu Ferroviário João Evaristo de Abreu Duarte é o segundo deste segmento na região.