Guilherme Quintella lidera um grupo bilionário disposto a fazer uma ferrovia ao custo de R$ 12,6 bilhões, no meio da Floresta Amazônica. Com quase mil quilômetros, a Ferrogrão irá conectar os principais centros produtores do Centro-Oeste ao porto de Miritituba, no Pará. O empresário de 56 anos, garante que, mesmo com valores estrondosos e com 100% de capital privado, o projeto é viável.

“Nenhum lugar do mundo produz a quantidade de coisas que o Mato Grosso produz e não tem acesso à infraestrutura decente”, diz o presidente da EDLP (Estação da Luz Participações), apostando numa mudança de patamar do país quando a ferrovia estiver pronta. “Mato Grosso vai influenciar no preço da Bolsa de Chicago”.

Fonte: Agência INFRA; internet