Colaboração de Antônio Pastori
Título e texto por Fernando Abelha
Por mais absurdo que possa parecer, segundo denúncias que chegam a este veículo de comunicação, o IPHAN através de doações, está se desfazendo de peças do Museu Nacional do Trem, no Engenho de Dentro, RJ.
Assim ocorre através de doações de várias peças à Prefeitura de Vassouras, RJ, segundo registro de José Luiz Júnior, através do facebook quando afirma:
– Para alguns pode parecer um monte de quinquilharias, mas para quem conhece um pouquinho, sabe que é um acervo histórico muito rico, que conta a história da memória ferroviária brasileira.
Estivemos no Museu do Trem selecionando algumas peças que nos foram doadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), por meio da superintendente do RJ, Drª Patrícia Correa.
São Peças que vão enriquecer nosso acervo e tornar nossa Estação Viva mais atrativa ainda. Em breve, estarão disponíveis para você conferir.
Obrigado Drª Patrícia e obrigado assessor Anderson Mendonça pela doação e pela paciência conosco, Agradeço em nome de Vassouras e da Prefeita Rosi Silva. Viva o Turismo! Viva Vassouras! Viva o Vale do Café.“
São várias as mensagens de revolta por mais este atentado contra a memória da ferrovia, inclusive pedindo que o MPF seja notificado e que a Associação Fluminense de Preservação Ferroviária tome uma atitude na defesa do Museu Ferroviário Nacional, do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro,





Um absurdo. O galpão do Engenho de Dentro , guarda, muito mal guardadas peças da história da ferrovia no Brasil.
A AARFFSA reivindicou à Prefeitura do Rio que tais peças fossem transferidas para a Estação da Leopoldina.
O Vereador Márcio Ribeiro se interessou e está conduzindo o assunto.
Esperamos que a Prefeitura de Vassouras faça bom uso do acervo, mas vamos continuar insistindo.
Esse Blog é muito importante ao denunciar esses descalabros e nós da oportunidade de reagir.
Obrigado professor Abelha.
Celso Paulo, diretor jurídico da AARFFSA.
Prezado Celso Paulo
Conheço bem o empenho da AARFFSA na defesa dos ferroviários e do que sobrou da RFFSA. A transferência do Museu para Estação Barão de Mauá ( Leopoldina), hoje abandonado em um galpão da Central do Brasil no subúrbio do Engeno de Dentro, e de há muitgo fechado à visitação pública se faz premente. Nada mais correto. O Museu da primeira ferrovia do Brasil, se localizar no Bairro Imperial de São Cristóvão, na antiga sede da Estrada de Ferro Leopoldina. Acorda prefeito da cidade do RJ.