Comentários por Fernando Abelha
Edição Luis Fernando Salles
Ferroviários continuam aguardando ansiosos que o Superior Tribunal do Trabalho – TST coloque em pauta de julgamento, pela Turma de Dissídios Coletivos, o pleito de reajuste inflacionário ( 2016/17) e as perdas salariais dos últimos cinco anos, constantes do Acordo Coletivo de Trabalho arguido pela Federação Nacional dos Trabalhadores Ferroviários – FNTF , em abril de 2017, junto a Valec -Engenharia.
Enquanto isso o novo presidente do TST, ministro João Batista Brito Pereira, assumiu na segunda-feira 26, a presidência do Tribunal em substituição ao ministro Ives Granda Filho. No discurso de posse o novo presidente do STF, ressaltou, entre outras coisas, que “a unidade vai fortalecer o Tribunal e dar mais celeridade aos julgamentos”.
Os ferroviários esperam que as mudanças ocorridas no TST não venham retardar, mais ainda, o julgamento do Dissidio Coletivo referente aos reajustes inflacionários de 2016 / 2017 e as perdas salariais dos últimos cinco anos, reconhecidas através da Comissão Paritária FNTF/VALEC no de correr de 2014. No início de fevereiro, o TST decidiu que uma comissão vai apresentar, em até 60 dias, uma proposta de instrução normativa para determinar se as novas regras valem para contratos antigos – a proposta será submetida à análise do plenário do tribunal, formado por 27 ministros.
No seu pronunciamento, João Batista Brito Pereira, fez ainda uma forte defesa da união da instituição para sua gestão de dois anos. Disse que a análise da reforma trabalhista é o principal desafio e fez forte defesa do diálogo. “É preciso dialogar e transigir. A transigência é a imposição da inteligência”, afirmou.
Integrante da Corte desde 2000, Brito Pereira foi eleito em dezembro do ano passado e assume a Justiça do Trabalho no lugar de Ives Gandra Filho. O ministro ficará à frente da Corte até 2020. “A nova administração do TST não sonha com unanimidade”, disse em cerimônia com a presença do presidente Michel Temer. “Mas que a unidade nos sirva de exemplo. Para tanto, nos dedicaremos para que, ao final do mandato, todos possamos nos orgulhar da nossa harmonia”, aduziu.
Para Brito Pereira, a unidade vai fortalecer o Tribunal e dar mais celeridade aos julgamentos. “Tudo na direção da paz nas relações de trabalho”. O novo presidente do TST citou em discurso que a “prioridade agora é a implantação da reforma trabalhista na jurisprudência da Justiça do Trabalho. Se e quando a Lei estiver em conflito com a Constituição, prevalece a Constituição”, disse o ministro, ao comentar a aplicação da reforma trabalhista nos processos em andamento.
Fontes: Internet, Agência Estado, TST

CELERIDADE ?
Gostaríamos muito, que esta palavra, fizesse parte do vocabulário,dos senhores ministros deste tribunal, mas parece que esse, não é bem o caso, a situação dos Ferroviários já é bastante conhecida deste tribunal, coisa simples, um misero reajustezinho salárial anual, desde agosto de 2017, que as entidades sindicais, se encontram com os senhores ministros, mesmo assim, o tempo ainda não foi suficiente, para eles equacionarem a questão, então o que dizer e esperar desses que estão ai para fazer a justiça justa ?
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Daqui, aproximadamente, a 2 meses, vamos todos nós, ferroviarios, aposentados ou não, cantar o parabéns para TJT, VALEC , pelo não julgamento até agora do sofrido ACT , vencido em maio de 2017.
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Só para lembrar, todos sentaram mantiveram as cláusulas sociais anteriores, quanto ao reajuste nada resolverem, obviamente todos ficaram lisonjeados e assinaram um acordo conforme orientação do governo através da VALEC o reajuste seria zero, pois até o momento não houve interesse das partes em sentar para decidir oque ficou pendente. Conclusão trocaram seis por meia dúzia. O que autoridades tem que intender que o ferroviário não é ferro para virar sucata, são seres humanos que muito contribuíram para o progresso do país na area de transporte de nossas riquezas. A justiça não é cega nos é que não enxergamos a verdade.
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Adeir
A sua narrativa é consequência do que ocorre hoje em nosso País. Os ferroviários através de seus sindicatos deram prosseguimento ao Acordo Coletivo transformando-o em Dissídio Coletivo que se encontra na justiça do Trabalho, mais precisamente no TST, aguardando pauta. Ainda não abrimos mãos de nossos direitos. Somente nos resta aguardar o TST.
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