Pesquisa e edição: Jornalista Luis Fernando Salles
Depois de dois anos no negativo, os reajustes salariais deverão voltar a levar vantagem sobre a inflação em 2017, preveem economistas. Isso poderá ajudar a reativar o consumo das famílias na segunda metade do ano.
A desaceleração da inflação e a recuperação da atividade econômica, prevista para meados de 2017, devem turbinar o movimento que começou no segundo semestre de 2016.
Segundo o Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica), o número de categorias que amargaram aumentos abaixo da inflação no ano passado, que chegou ao pico em dezembro, mas recuou nos últimos meses.
No início de 2016, sete em cada 10 categorias tiveram reajustes abaixo da inflação. Em novembro, eram apenas 3 em cada 10 categorias as que tinham aumentos abaixo da inflação.
É a desaceleração dos preços foi a responsável por essa melhora gradual nos rendimentos reais (acima da inflação), na avaliação de Hélio Zylberztajn, coordenador da pesquisa da Fipe.
O pior momento para os salários ocorreu no primeiro semestre de 2016, dois anos após o início da recessão, em 2014. Entre abril e junho do ano passado, o rendimento médio real monitorado pelo IBGE recuou 4,2% ante o mesmo período do ano anterior.
O coordenador de relações sindicais do Dieese, José Silvestre, lembra que até junho de 2015, a maior parte dos acordos terminava com ganhos acima da inflação, mesmo com a recessão. Só depois disso os reajustes passaram a incorporar apenas a inflação ou menos. O resultado coincide com o período de maior alta inflacionária.
“Quanto maior a taxa de inflação, menor tende a ser o ganho para o trabalhador”, resume Silvestre.
Bruno Ottoni, da FGV, estima que a queda média nos rendimentos salariais no ano passado tenha sido de 2,8% após um recuo de 0,3% em 2015. Para 2017, ele espera uma leve melhora, de 0,2%, muito distante dos aumentos de antes da recessão.
No último trimestre de 2017, ele estima que a massa salarial esteja crescendo a um ritmo de 3,1%.
Fonte: Folha de São Paulo – Mariana Carneiro e Paulo Muzzolon.

Ganhar da inflação.
Espero que assim aconteça, quando chegar a vez, dos ferroviários da extinta RFFSA, hoje, abrigados na VALEC, e que amargam perdas astronômicas . vamos correr atrás.
CurtirCurtir
João
É este o propósito da FNTF e de seus sindicatos da base. O que nos preocupa é este Brasil anárquico que estamos vivendo. A preocupação com o povo, com os segmentos sociais deixou de existir. A corrupção dominante corroe tudo…
CurtirCurtir
Prezado João
A FNTF e os sindicatos da base estão atentos para obter o melhor. Outro Acordo Coletivo está em exame. Vamos aguardar.
CurtirCurtir
OQUE PRECISA TAMBÉM É QUANDO SAIR O REAJUSTE DOS FERROVIARIOS APOSENTADO
, SEJA ACERTADO LOGO EM SEGUIDA…….JOAOABELHA UM FORTE ABRAÇO, QUE O SENHOR DEUS OS ABENÇÕE VOCE E FAMILIA .
CurtirCurtir
Amigo
Obrigado.
Vamos em frente…
CurtirCurtir
Vamos á luta ,bravos companheiros ferroviários, porque sem luta não há vitória.
CurtirCurtir
Carlos
É importante a nossa unidade para que a nossa luta seja vencedora.
CurtirCurtir