Por Fernando Abelha
Colaboração do Engenheiro Almir Gaspar.
Em audiência no último dia 13 de fevereiro, na Advocacia Geral da União-AGU, líderes ferroviários defenderam, a urgência para o pagamento da dívida da União, sucessora da extinta RFFSA, com a Fundação REFER, dívida essa que se arrasta por mais de 17 anos. Na ocasião fizeram entrega a ministra Grace Maria Fernandes Mendonça, da AGU, de documento pelo qual demonstram a necessidade urgente para que o governo honre os compromissos com a REFER.
Foram recebidos em audiência na AGU, em Brasília, os ferroviários Raimundo Neves de Araújo, presidente da Associação Mútua Auxiliadora dos Empregados da Estrada de Ferro Leopoldina – MUTUA; Nelson Fernandes Cruz, presidente da Associação dos Aposentados da Rede Ferroviária Federal S.A. – AARFFSA; Isabel Cristina Junqueira de Andrade, presidente da Associação dos Engenheiros Ferroviários – AENFER, Almir Ferreira Gaspar, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Leopoldina – AEEFL; Aristótelis da Silva Arueira, diretor do Sindicato dos Empregados nas Entidades e Empresas de Previdência Privada – SINDEPPERJ; e Maria Auxiliadora da Silva, diretora da Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão – ANAPAR.
No documento entre a ministra Grace Maria Fernandes Mendonça os ferroviários agradecem a concessão da audiência e solicitam apoio para a urgente negociação da dívida. Afirmam que a dívida da União, com Plano de Benefícios dos empregados da extinta RFFSA “ se encontra com todos os ritos previstos no artigo 9º do Decreto nº 6.018/2007 cumpridos, não havendo qualquer dúvida quanto a sua certeza, liquidez e exatidão, conforme manifestação da Inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal e, principalmente, da Controladoria Geral da União, dentro da sua competência legal”.
Por sua vez, a Secretaria do Tesouro Nacional através da Nota Técnica nº 292/COGER/STN, de 19/02/2012, reconheceu que todos os ritos estabelecidos foram cumpridos enfatizando que a União se encontra sem impedimentos para dar prosseguimento ao processo de securitização da obrigação”.
Foi ressaltado, ainda, que dezenas de milhares de ferroviários aposentados, todos de avançada idade, e pensionistas, dependem do pagamento pela União dessa dívida previdenciária, para o sustento de suas famílias. E aduziram: “ a demora no desfecho do processo administrativo põe em risco a viabilidade do Plano de Benefícios dos empregados da RFFSA, administrado pelo Fundação REFER, que já demonstra uma situação delicada na liquidez do Plano de Benefícios da RFFSA”.

Muito bem, companheiros.
Agora imaginemos, esta comissão, mais o pessoal da Federação, juntos no MPOG,MT,DEST. DEPEX, defendendo com os argumentos qualificados e justos, a implementação do trabalho, da comissão paritária, que apontou a defasagem salarial de 35%, e que teve, a anuência á época , da direção da VALEC, nossas chances são reais de vitória, Parabéns a todos.
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