Comentários de Fernando Abelha
Edição de Luis Fernando Salles
Curitiba à Morretes, um dos trechos histórico, com registros de quase dois séculos, de uma das maiores constatação técnicas da engenharia de construção ferroviária que, ainda preservado, é um exemplo flagrante da nossa tecnologia. Felizmente, as malfadadas concessões ferroviárias ainda não conseguiram jogar no lixo esse trecho importante para a história da ferrovia do país.

Prezado Abelha. Saudações. Hoje impera o roubo e as apropriações indebitas. O asfalto da BR 040 de Juiz de Fora ao Rio e vice versa está péssimo. Uma ciclovia na Zona Sul do Rio de Janeiro vem se acabando por trechos. Juiz de Fora tem um Porto Seco cujo acesso é péssimo e mal cuidado. Será que o governo federal vai colocar os Batalhões de Engenharia do Exército para consertar essas pocilgas? A que ponto chegamos por falta de brasileiros honestos e com caráter. Vide nosso ACT 2017 / 2018 até hoje postergado e negociações salariais anteriores prejudiciais à classe ferroviária que muito trabalhou para o Brasil. Lembro que anos atrás precisávamos trocar nossos computadores da IBM já ultrapassados por modelos novos e o governo federal obrigou a RFFSA comprar computadores COBRA, uma empresa falida colocada sob as asas do Banco do Brasil. Parabéns por mostrar o que é ou foi bom das ferrovias.
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Prezado amigo
Estamos juntos nesta luta contra o que há de podre em nosso País. Vamos em frente.
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O trecho Paranaguá-Curitiba mostrado do documentário acima teve sua construção iniciada em 1883 e concluído 5 anos depois. Tem aproximadamente 120 km de extensão e atravessa a Serra do Mar. É ainda hoje o trecho ferroviário mais importante do Estado do Parana, pois por ele passam 16 trens diários de 100 vagões direção ao Porto de Paranaguá. Diga-se a bem da verdade
que o trecho tem ainda o traçado original e poucas melhorias foram feitas nele. é Um orgulho da engenharia brasileira, pois iniciado por uma construtora Belga, que desistiu, teve seus trabalhos continuados por engenheiros brasileiros.
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Amauri
É isto aí.
Obrigado pelos esclarecimentos.
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VEJAM SÒ….
O que os vendilhões do templo,entregaram a preço de bananas podres aos abutres da iniciativa privada ( quero dizer nem sempre tão privada, pois o dinheiro foi do BNDES )16 trens com 100 vagões, total 1600 vagões diários HTC (graneleiro ) 40 toneladas cada, total 64 mil toneladas/por dia
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É isso ai. Em 1978, se me recordo bem, começaram a construir uma segunda ferrovia de Curitiba ao Porto de Paranaguá. Construiram so 5 km, fizeram alguns viadutos que não ligam nada ao nada, alguns corte e pararam. Dinheiro jogado fora. A velha ferrovia serve até hoje. mas….
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Amauri
É isto aí. Essa é a eterna história de desperdícios em nosso País. Faltam recursos para saúde, educação, segurança e muito mais, enquanto os irresponsáveis dos nossos governantes fazem o que querem com o dinheiro do povo e ficam ilesos. Até quando?
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