Ferrovia: Vez e Voz

O blog Ferrovia Vez e Voz atingiu, em junho de 2018, mais de 44 mil visualizações mensais o que evidencia, claramente, ter alcançado o objetivo de chegar aos ferroviários e metroviários, concessionárias, governo, inventariança, órgãos de classe e ao que sobrou da RFFSA, como um veículo eficaz e ativo, com informações diárias, voltadas ao interesse, anseio, proteção, defesa da categoria e das ferrovias. Sempre aberto, democraticamente, a todos que dele participam através de comentários, elegendo-o como um foro de debates, onde a categoria tem vez e voz, desde que não atinjam a honra de pessoas. A partir de agora, o blog receberá, também, o seu comentário, matérias e artigos técnicos através do e-mail: ferroviavezevoz@gmail.com

Ferroviários: é hora de elegermos nossos representantes, pense nisso e escolha o melhor

 

Por Paulo Roberto de Almeida

Colaboração do engenheiro Luiz Lourenço

Comentários de Fernando Abelha

É hora de exercermos a cidadania e comparecermos às urnas, no decorrer deste domingo. Ferroviários, embora nossa categoria, em sua maioria, registre idades superiores aos 65 anos, não poderemos nos furtar do direito de votar para, apenas de braços cruzados, esperar acontecer.

O nome dos nossos candidatos aos governos dos executivos, presidente e governadores, por toda Nação brasileira e do legislativo, Câmara dos Deputados e Senado Federal, é de fundamental importância. Por essa razão, se você não possui ainda o nome de políticos amigos dos ferroviários, procure os sindicatos e demais órgãos de classe de sua cidade e para o Legislativo, indague de acordo com a sua preferência política partidária, em quais candidatos o ferroviário poderá contar nas duas casas do Congresso Nacional.

Esta escolha é de fundamental importância para que possamos eleger representantes que nos dê apoio em nossas reivindicações. Não jogue seu voto fora. Vamos formar uma frente parlamentar. A categoria dos ferroviários conta com você. Esta é a hora de mostrarmos a nossa força. Somos 60 mil e se contarmos com nossos parentes e amigos poderemos ultrapassar aos 200 mil votantes por todo o País.

Apenas para ilustrar este importante momento, transcrevemos abaixo comentário que nos foi enviado pelo engenheiro ferroviário Luis Lourenço. Ao lermos o restante da matéria abaixa inserida, verificaremos que no Brasil não é diferente. Diz a crônica:

“ Brasil: com quantos partidos se faz uma democracia? 2, 3, 7, 15, 35, 70 ? O número, em si, talvez não signifique muita coisa. Pode-se ter democracia sob uma “ditadura” bipartidária, como nos EUA pelos últimos 150 anos, pelo menos (mas existem vários outros partidos legais nos EUA, inclusive um Partido Comunista. Pode-se ter regimes parlamentares estáveis sob três ou quatro partidos (como certas monarquias e repúblicas europeias), e pode-se ter democracia sob uma partidocracia corrupta como parece ser a Itália, e em parte certos regimes considerados democráticos, também, como Espanha, Japão, etc.

O fato é que a extrema atomização, ou liberalidade na constituição, existência e representação partidária, deve ser um sinal de mau funcionamento do sistema democrático. Tal permissividade dá espaço para as mais loucas aventuras, no caso do Brasil, financiadas na maior parte pelo dinheiro público, ou seja, o nosso dinheiro.

A classe política no Brasil converteu-se, estabelecidos e aspirantes, numa categoria profissional cuja ÚNICA atividade está voltada para a captura dos recursos coletivos. Se algum economista puder calcular QUANTO dinheiro é sistematicamente drenado apenas para alimentar Congresso, assembleias estaduais, câmaras de vereadores, partidos políticos, e os milhares, talvez milhões de envolvidos, dos chefes aos aspones minúsculos, nesse jogo gigantesco que é a política brasileira atualmente, esse economista certamente vai descobrir o pote de ouro no final de um arco-íris negro (talvez até macabro).

O sistema político brasileiro é disfuncional, irracional, perdulário, e agrava a decadência política e econômica brasileira, e não apenas pela existência de dezenas de partidos — a Espanha, a Polônia, Portugal, em suas transições para a democracia também tiveram dezenas de partidos, de todos os tipos, cores e tamanhos — e sim pelo seu modo de funcionamento, e mais do que isso, pelo espírito pouco hegeliano que está por trás disso tudo.

Do meu ponto de vista, para lugar nenhum, ou melhor, para lugares pouco interessantes… Seres racionais, no Brasil, parece que estão se tornando uma espécie extremamente rara…

Quo Vadis Brasil?

Vejamos a lista dos partidos existentes, e depois a dos que estão na lista para se juntar aos primeiros:

Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Partido Trabalhista Nacional (PTN)
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Partido Comunista do Brasil(PCdoB)
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Partido Democrático Trabalhista(PDT)
Partido dos Trabalhadores (PT)
Partido da Mobilização Nacional(PMN)
Democratas (DEM)
Partido Social Cristão (PSC)
Partido Trabalhista Cristão (PTC)
Partido Verde (PV)
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Partido Trabalhista do Brasil(PTdoB)
Partido Republicano Progressista(PRP)
Partido Popular Socialista (PPS)
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
Partido Social Liberal (PSL)
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
Partido Social Democrata Cristão(PSDC)
Partido Humanista da Solidariedade(PHS)
Partido Progressista (PP)
Partido da Causa Operária (PCO)
Partido Republicano Brasileiro(PRB)
Partido Socialismo e Liberdade(PSOL)
Partido da República (PR)
Partido Pátria Livre (PPL)
Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
Partido Social Democrático (PSD)
Partido Ecológico Nacional (PEN)
Solidariedade (SDD)

E agora, o que estão batendo à porta do Frankenstein da política brasileira…

Onde vamos parar, volto a perguntar?

Não sei exatamente, mas a sensação é a pior possível…

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