Por Alcir Alves de Souza

As Federações de Ferroviários ( FNTF, FAEF, FENAFAP, Independentes), Sindicatos e Associações têm que se unir e se mobilizar para, numa frente única, tanto junto à Câmara como no Senado Federal, motivar os congressistas a votarem pela aprovação da Emenda Nº 118 à Medida Provisória Nº 1286/2024.

É um momento único. O texto acima é um alerta, porquanto é remoto acreditar que haverá uma outra chance como esta. O benefício trazido pela aprovação da EMENDA, é de todos e para todos os ferroviários, ativos, aposentados e pensionistas.

É uma luta de toda a classe, indistintamente, qualquer que seja a sua situação atual. E, nela, não se pode prescindir do engajamento solidário e efetivo de todos os interessados, que podem e devem, usando a ferramenta virtual, encaminhar aos membros do Congresso Nacional, ou, pelo menos, aos que representam os seus estados, mensagens e/ou pedidos, no sentido da aprovação da Emenda no 118, do ilustre deputado PAULO ABI-ACKEL (PSDB-MG), à qual, oportunamente, aderiu o não menos ilustre deputado REIMONT (PT-RJ).

É notável, a partir das publicações implementadas no BLOG, os efeitos positivos alcançados até aqui, tanto nos órgãos diretamente envolvidos (INFRA S/ASEST e DECIPEX) como no âmbito do Congresso Nacional, refletidos na brilhante e transparente atuação dos supracitados políticos.

Exceção à parte, é um paradoxo pensar em empatia de políticos por ferroviários, nos tempos atuais. E isso é inegável. Nas últimas duas décadas, nenhum congressista preocupou-se em apoiar a classe, ajudando-a, direta ou indiretamente, na conquista dos seus direitos. É uma casta que se comporta e age de forma semelhante, que só se lembra dos eleitores em ano de eleições, num efeito comparativo ao fluxo e refluxo das marés.   

As posturas do senador PAULO PAÍM e da deputada federal LAURA CARNEIRO, ressalte-se, são exemplos disso. A eles foram enviados, igualmente, e-mail com adendo em cópia de documento publicado no BLOG, mas, até o momento, não se dignaram a responder ou a se manifestar sobre o assunto nele inserido. Há menos de um ano, receberam, respectivamente, em seus gabinetes, em Brasília e no Rio de Janeiro, um grupo de ferroviários, representante de associações, ao qual mostraram-se receptivos e sensíveis às questões e aos pleitos que lhes foram apresentados, no entanto, nada fizeram ao longo desse tempo.     

ALCIR ALVES DE SOUZA

Ferroviário aposentado/Advogado