Valor Econômico – Até o fim deste ano, o governo paulista deve concluir os estudos sobre o futuro do Metrô, que poderá levar à concessão de linhas separadamente, e a construção de novos trechos; atr5avés de parcerias público-privadas ou até a venda da companhia – que ainda opera as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata -, neste caso uma possibilidade menos provável, disse ao Valor o secretário de Parcerias em Investimentos do Estado, Rafael Benini.
O avanço dos projetos para desestatização do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) tem sido alvo de resistência dos trabalhadores dessas empresas, que realizam paralisações em protesto contra os planos do governo.
Outras quatro PPPs deverão ocorrer até 2025. A primeira delas do Trem Intercidades, da capital a Campinas, junto com a linha 7, em leilão marcado para este mês. As linhas 11, 12 e 13 da CPTM, e um terceiro bloco com a linha 10 e um futuro VLT de Guarulhos ao ABC, além do Trem Intercidades até Sorocaba. Outros projetos são as PPPs das rodovias Mogi-Bertioga e SP-055, também com leilão em fevereiro, e do túnel entre Santos e Guarujá, que já conta com a participação do governo federal.

No meu entender, deveria haver uma parceria não de PPP mas de uma parceria GFGEM, sendo que o GF entraria apenas como suporte auxiliar em caso de processo financeiro para alavancar obras dessa magnitude.
O transporte GEM seria controlado pelo GEM sem o suporte do GF e em caso de passagem de um trem de passageiros de um estado para outro vicinal, esses GEs é que deveriam assumir o controle das operações, podendo até desestatiza-los porem com um órgão regulador e regulamentador, de custeios e das ações, por unidades da federação.
Quanto ao transporte de passageiros afetos apenas a cada município,. a estes caberia toda a responsabilidade no seu controle no âmbito de cada uma de suas jurisdições, cabendo também nesses casos os GEs atuarem apenas como orientador fiscalizador.
Lembremos que o sistema ferroviário só foi interessante para os políticos quando ele servia como transporte de massas. A partir do momento em que passou a operar apenas como transporte de cargas, todos os políticos se afastaram de nosso sistema, pois já não lhes interessava mais.
Isso é a politica brasileira.
CurtirCurtir