Por Fernando Abelha
A diretoria da Infra S.A. divulgou informativo aos empregados da RFFSA, GEIPOT e da própria Infra S.A. em atividade, mas que os resultados se aplicam aos aposentados e pensionistas referentes às negociações do Acordo Coletivo do Trabalho dos empregados da extinta RFFSA, GEIPOT e Infra S.A..
Entre outras informações a Infra S.A. sustenta que “no dia 30 de janeiro ouve reunião com, o grupo de representantes sindicais dos empregados oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA, representados pela Federação Interestadual de Trabalhadores Ferroviários – FIT, que rejeitou as cláusulas financeiras da contraproposta apresentada pela empresa no dia 23 de janeiro, recusando o reajuste de 3,45% e propondo reajuste de 3,83%.
No dia 31 de janeiro – prossegue o documento da Infra S.A.- houve reunião com o grupo de representantes sindicais oriundos da extinta RFFSA representado dessa vez, pela Federação Nacional dos Trabalhadores Ferroviários – FNTF na qual foi aceita a contraproposta apresentada pela empresa no dia 23 de janeiro concordando com os seguintes termos: 1. Reajuste de 3,45% sobre o salário… VI. Unificação da Data Base das categorias profissionais para 1º de julho para os três ACTs ou manutenção da Data Base em maio de cada ano… Entre outros assuntos publicados, mas do interesse apenas, dos ferroviários em atividade.
Em outro trecho do comunicado a Infra S.A. ressalta que “até o final de 31 de janeiro a representação sindical dos empregados oriundos da extinta GEIPOT não apresentou manifestação a respeito da contraproposta apresentada pela empresa. Diante da situação exposta e, buscando não prejudicar os empregados oriundos da extinta GEIPOT, bem como, verificar os procedimentos necessários para formalização do ACT/ RFFSA/FNTF com apenas parte da representação sindical, a empresa ponderou a situação com a SEST e solicitou a prorrogação da vigência do atual ACT/RFFSA e GEIPOT até 29 de fevereiro”.
A Infra S.A. afirmou, ainda, que “a partir de agora a empresa retornará as tratativas junto a SEST visando dar encaminhamento aos itens ainda pendentes no contexto das negociações coletivas de trabalho”

Que enbrólio!!! Ninguëm se entende. O q poderia, intermediar essa situação, seria um processo de Dissidio Coletivo no TST.Mas isso é coisa do passado.
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O que nós ferroviários temos a ver com o Geipot?
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Pelo jeito nosso aumento foi para maio , já que após fechar o acordo (provavelmente março) os funcionários da ativa recebem antes , para depois ser repassado a nós.
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Esperamos que os impasses relatados não atrasem demais a formalização dos ACT’s, principalmente o da FNTF, uma vez que já houve a concordância com a proposta da Infra S/A.
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Favor me informar que representação sindical dos funcionários da GEIPOT é essa, pois nos ACTs anteriores nunca houve a participação e/ou manifestação deles.
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Essa noticia tá muito controversa mau redigida. Observem o primeiro parágrafo. Entendi q acertaram na última reunião fica valores para os Aposentados e Pensionista.Inicia o texto, com sentido conclusivo. Que resultados são esses?
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Alerta amigos. Isso tá parecendo engondos de quem não tem interesse na nossa causa. Vejam que sempre estão marcando esses reuniões para o final do mês. Significa que o pagamento fica mais um mês a frente. Nisso vão ganhando tempo e mais situações difíceis para nós. Alguém pode nos dizer qual foi realmente a decisão final? Os 3.45%?
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A verdade é, estão fazendo os ferroviários de bobo!
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É complicado termos duas Federações dialogando com uma entidade governamental, e com opiniões divergentes. (FITF e FNTF).
Enquanto isso o reajuste que a INFRA/SEST já bateu o martelo sobre os 3,45%, vai sendo postergado para acumular com o próximo reajuste que se avizinha, para fazer como no anterior em que envolveu dois períodos em um só com prejuízos para todos nós que tivemos apenas um aumento em mais de um período.
Afinal, qual Federação tem competência legal para nos representar?
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