O governo de Minas e a Comissão Pró-Ferrovias da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) solicitou,  através no início deste mês, ao ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, relator do processo de antecipação da renovação da concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), o direito a uma parcela dos R$ 8,8 bilhões de investimentos previstos pela mineradora Vale.

A decisão foi tomada após reunião virtual, com a participação do presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PV), e do deputado estadual João Leite (PSDB), que preside a Comissão Pró-Ferrovias na ALMG. “Minas aceita a antecipação da renovação, mas tem um plano estratégico ferroviário e quer a retomada de trechos de ferrovias no Estado, quer o anel ferroviário da Região Metropolitana de Belo Horizonte”, explica o tucano, citando que a iniciativa poderia levar o transporte sobre trilhos a quase todos os 34 municípios que compõem a RM.

A polêmica envolvendo a renovação da concessão da EFVM envolve justamente o aporte de recursos em Minas Gerais, Estado com a maior parte do trecho da ferrovia, que cruza também o Espírito Santo. Isso porque existe um mecanismo que permite à Vale renovar o contrato e destinar parte do pagamento a outra federação. Atualmente, dos R$ 8,8 bilhões, R$ 2,9 bilhões estão destinados a uma ferrovia no Centro-Oeste. O restante dos recursos seria aplicado na própria EFVM.

A polêmica envolvendo a renovação da concessão da EFVM envolve justamente o aporte de recursos em Minas Gerais, Estado com a maior parte do trecho da ferrovia, que cruza também o Espírito Santo. Isso porque existe um mecanismo que permite à Vale renovar o contrato e destinar parte do pagamento a outra federação. Atualmente, dos R$ 8,8 bilhões, R$ 2,9 bilhões estão destinados a uma ferrovia no Centro-Oeste. O restante dos recursos seria aplicado na própria EFVM.

Fontes: O Tempo MG, Internet