Comentários de Fernando Abelha

Os governos abandonaram à indústria nacional para fazer suas encomendas de TUES no mercado internacional. O resultado aí está. Além de colaborar com o desemprego em nosso país, compraram unidades elétricas que fogem às características de nossas vias, oficinas, rede aérea e outros gargalos. Foram encomendas feitas á Coreia e a China. O resultado aí está.

Vejam o que comenta a Revista Ferroviária:

“A pandemia alterou o cronograma de conserto dos trens chineses da SuperVia que apresentaram problemas nas caixas redutoras. A solução intermediária para a volta de 40 composições no curto prazo foi concluída entre fevereiro e março, com a alemã Voith finalizando os trabalhos de troca dos rolamentos para dar uma sobrevida às caixas desses trens.  

A segunda fase do plano, no entanto, que prevê uma solução definitiva (com a substituição pela chinesa CRRC de todas as caixas da Voith de 70 trens chineses que apresentaram problemas) foi esticada para novembro desse ano – antes da pandemia estava prevista para setembro. Segundo a SuperVia, a área onde está localizada a fábrica na China já opera normalmente. As primeiras caixas de engrenagem deverão começar a chegar ao Brasil a partir deste mês.”