Recebemos do líder ferroviário Adauto Alves comentários sobre as atitudes  desenvolvidas  em Brasília, na defesa da categoria.
Eis a íntegra dos comentários:
“Em nome da Comissão Especial Paritária, criada no Rio de Janeiro, em Setembro de 2019, na sede da Associação Mútua, como Presidente desta entidade, Diretor da FNTF, e Secretário Geral da FENAFAP, auguro todo sucesso e parabenizo aos componentes, por essa iniciativa, principalmente por estar inserido neste contexto, meu irmão, amigo de infância, colega de escola Geraldo de Castro, um aguerrido defensor das causas ferroviárias. 
Que tenham o mesmo sucesso, que obtivemos quando em 28/05/2019, fomos recebidos pela Secretária Executiva do Ministério da Infraestrutura e conseguimos desarquivar o processo que ali se encontrava desde 2014, número 50000.049121/214-31,interessado VALEC, para aprovação da Comissão Paritária, instituída para Recuperação de Perdas Salariais, aprovada na época pela empresa estatal e o então Ministério do Trabalho, arquivada sem nenhuma explicação plausível. Assim como aconteceu com esta última intervenção, tivemos muita receptividade por parte dos que nos receberam, o processo continua tramitando. Diferentemente, nos focamos apenas no pedido e solicitação contida, ou seja recuperar nossos salários defasados e que foi comprovado pela Comissão Paritária formada na ocasião.
Não tivemos na ocasião oportunidade de discutir Planos de Governo, Concessionárias, Piso Salarial, Piso Universitário, Complementação etc. Acho isto essencial para algumas categorias,da RFFSA extinta. Nós fomos em busca de dar uma resposta a 52.000 aposentados e pensionistas, toda classe que vive em regime falimentar e cuja média salarial é de RS 1.300,00 reais. Aguardamos um pedido de audiência solicitada e prometida para inicio de Março pelo Secretário Executivo, com quem foram as tratativas, por nossa Comissão. Acredito que a presença de nossos companheiros da AENCO, dia 29/01 tendo a frente nosso companheiro GÊ de Castro, poderá reacender nossos objetivos. Nada de divisões ou críticas, temos que estar unidos, mas cada um com seu estilo de trabalho, que deve ser respeitado. Afinal a finalidade e interesse são os mesmos.
Agradeço nosso mestre Abelha, pelo espaço, e pela paciência.
ADAUTO ALVES/ Pela Comissão.”