Por Fernando Abelha

Até às 21 horas de ontem, o blog atingiu  4.691 visualizações, suplantando a todos os recordes anteriores de um dia. No entanto, entendemos que somente a nossa opinião e os comentários dos ferroviários publicados neste veículo, em quase nada colaborarão para ajudar no empenho que a FNTF tem exercido ao defender os direitos trabalhistas e constitucionais, dos pouco mais de 80 ferroviários, ainda em atividade, e cerca de 60 mil aposentados e penssionistas, a grande maioria com idade acima dos 70 anos e salário médio de  R$ 1,300,00. Assim, com tão significativo número de leitores envolvendo, certamente, ferroviários e ou seus familiares, únicos interessados pelas notícias publicadas, vamos nos mexer e levar ao governo: executivo, legislativo e judiciário o nosso protesto,

Como fazer: tirem cópias das matérias publicadas no blog de ontem e de hoje, por mim assinadas, e sob minha responsabilidade. Como jornalista profissional temos a proteção constitucional para que exerçamos o instituto da liberdade de expressão, desde que dentro de conteúdos éticos. Assim agimos a partir da decisão de criar este veículo de comunicação para informar aos milhares de companheiros ferroviários. Não temos comprometimento com qualquer filosofia política partidária e muito menos, aos 83 anos, com interesses pessoais, sejam políticos ou econômicos.

Identifiquem as fontes das matérias de ontem e de hoje, copiando-as do blog: ferroviavezevoz.com

Encaminhem através de cartas, e-mails e ZAPs, correspondências, à Casa Civil da Presidência da República, aos Ministérios da Infraestrutura e Economia, às presidências da VALEC, e do Tribunal Superior do Trabalho, aos deputados, senadores e governadores do seu Estado, que você elegeu com seu voto. Enfim, vamos fazer barulho através de ações inteligentes e coordenadas, de custo baixo – valor da postagem e da sola dos nossos sapatos. Tirem cópias das matérias publicadas ontem e hoje pelo blog e procurem as redações de jornais, emissoras de rádio e TV da sua cidade e peçam para que registrem este protesto.  Será necessário você assim proceder. Considerando-se o número de leitores, serão milhares de mensagens enviadas a cada uma dessas autoridades. Somente assim o nosso protesto terá vez e voz. Procurem pela internet nomes e endereços. Usem as redes sociais do seu relacionamento e editem cópias das matérias publicadas pelo blog.

Aos órgãos de classe, como um todo, roguem que façam correspondências próprias às mesmas autoridades com comentários e apelos ao atendimento do nosso pleito. Atentem que somos milhares e não pedimos absurdos. Tão somente que paguem a correção monetária a que todo trabalhador tem direito, de vez que não poderemos mais exercer o direito da greve, única alternativa após a Reforma Trabalhista para que o TST aceite Dissídios Coletivos impetrados pelos sindicatos dos trabalhadores.

Embora com limitação de espaço, o blog se compromete a publicar as cartas, encaminhadas pelos órgãos de classe às autoridades, para que todos os seus associados tomem conhecimento de que a sua Associação, à semelhança dos sindicatos da base da FNTF, está, também, se mexendo. Já temos publicado os e-mails e matérias encaminhadas pela FNTF, Associação Mútua dos Ferroviários da EFL e FENAFAP.

Associações: enviem cópias das suas cartas ao e-mail ferroviavezevoz@gmail.com que nós às publicaremos na primeira página do blog, para que os milhares de leitores, muitos dos quais seus associados, tomem conhecimento da posição em defesa deles.

Entendemos que somente assim, lutamos de verdade, por nossos direitos. Neste governo onde não temos mais representatividade, que prega a miséria econômica, não adianta ficar de braços cruzados esperando acontecer ou publicando críticas na coluna Comentários do blog. Não temos mais idade para nos deslocarmos à Brasília e fazer arruaças, como já fora sugerido por alguns dos nossos leitores. Sem ofender a ninguém, pessoa física ou jurídica, vamos protestar contra as instituições e governo atual que nos ignoram ao oferecer míseros recursos para sobrevivermos.

Estamos juntos. Vamos em frente