Por Fernando João Abelha
O jornal O globo de ontem, na página dois, coluna Poder de Fogo, de Lydia Medeiros publicou em primeira mão, nota relacionada aos desmandos da VALEC – Engenharia, na construção da Ferrovia Norte Sul.
Esta VALEC – Engenharia é a empresa que ignora os direitos dos ferroviários da extinta RFFSA, que malfadadamente para ela foram transferidos por sucessão trabalhista, a grande maioria com mais de 70 anos, entre os quais 370 ativos e mais de 60 mil aposentados e pensionistas, hoje com salários aviltantes impossibilitados de comprar regularmente alimentos e remédios, de honrar os seus planos de saúde de vez que PLANSFER, de autogestão que haviam conquistados com sangue suor e lágrimas, está inoperante por descaso dos governantes. Que país é este que não olha pelos que, durante um século, trabalharam sob sol e chuva para transportarar as suas riquezas ?
Eis a íntegra na notícia de O Globo:
“ Ferrovia Milionária
O TCU aponta um superfaturamento de R$ 136 milhões, em valores atualizados, na construção de 40 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul, em Goiás, tocada pela Valec. O valor, que equivale a R$ 3,5 milhões de “gordura” por quilômetro, refere-se a quase um terço (27,72%) do contrato feito pelo governo federal para a obra. O TCU trabalhou com dados da delação premiada da Camargo Corrêa. Os auditores responsabilizam o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha, e outros cinco dirigentes da empresa, além da Camargo Corrêa”.

Caro Senhor Fernando João Abelha,
sou empregado da INFRAERO e acredito que o destino na minha empresa será o mesmo da extinta RFFSA. Os empregados estão muito assustados e as notícias diárias são cada vez piores. Infelizmente, acho que não há esperanças para a INFRAERO. Gostaria de saber do senhor como foi esse processo de extinção da RFFSA. Como os empregados foram tratados? Houve demissões que não fossem fruto de Demissões Voluntárias? Os empregados foram transferidos para outros órgãos? Tenho muito medo de perder meu emprego, mesmo sendo concursado. Agradeço a atenção.
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José Carlos
Comprovadamente, após 20 anos, a privatização das ferrovias demostrou o maior crime de lesa-pátria já cometido em nosso Paós. dos 28 mil quilômetros de linhas ferroviárias hoje estão em operação apenas sete mil para transportar apenas os produtos do interesse das concessionárias.
A privatização ocorreu através de lei federal que extinguiu a RFFSA e transferiu seus empregados para uma empresa de engenharia conhecida como VALEC. A partir dai ferroviários assistem a cada ano os seus salários sem correção ou quando ocorre são sempre abaixo da inflação. A privatização das Estatais da formas co está sendo operada é uma verdadeira calamidade para o patrimônio físico e humano.
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Alô, colega Fernando Abelha.
Sobre tua postagem, estou colocando em meu espaço no Facebook o seguinte:
SUPERFATURAMENTO NA VALEC: A MARACUTAIA CONSOLIDADA
O jornal O Globo de quarta-feira, 16, na página dois, coluna Poder de Fogo, de Lydia Medeiros, publicou nota relacionada aos desmandos da VALEC – Engenharia, na construção da Ferrovia Norte Sul.
Eis a íntegra da notícia de O Globo, intitulada “ Ferrovia Milionária”:
“O TCU aponta um superfaturamento de R$ 136 milhões, em valores atualizados, na construção de 40 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul, em Goiás, tocada pela Valec. O valor, que equivale a R$ 3,5 milhões de “gordura” por quilômetro, refere-se a quase um terço (27,72%) do contrato feito pelo governo federal para a obra. O TCU trabalhou com dados da delação premiada da Camargo Corrêa. Os auditores responsabilizam o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha, e outros cinco dirigentes da empresa, além da Camargo Corrêa.”
A propósito desta nota, o jornalista Fernando Abelha divulgou em seu blog “Ferrovia-Vez e Voz” aproveitou para comentar o que segue: “Esta VALEC – Engenharia é a empresa que ignora os direitos dos ferroviários da extinta RFFSA, que malfadadamente para ela foram transferidos por sucessão trabalhista, a grande maioria com mais de 70 anos, entre os quais 370 ativos e mais de 60 mil aposentados e pensionistas, hoje com salários aviltantes impossibilitados de comprar regularmente alimentos e remédios, de honrar os seus planos de saúde de vez que PLANSFER, de autogestão que haviam conquistados com sangue suor e lágrimas, está inoperante por descaso dos governantes. Que país é este que não olha pelos que, durante um século, trabalharam sob sol e chuva para transportar as suas riquezas ?”
Acho que já está mais do que na hora de uma profunda investigação pelo Ministério Público nesta empresa pública que não é tão pública assim, mas de poucos, que se locupletam – e bem – através dos cargos que ocupam. Por favor, acabem logo com essa maracutaia…
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Prezado amigo Luiz Carlos Vaz.
É isto aí…
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Parabens pela iniciativa. Sempre que possível é necessário levar aos meios de comunicações os desmandos da VALEC. Uma empresa que certamente já deveria ter sido extinta pois não produz nada.
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A VALEC pretende se livrar dos empregados ativos da extinta RFFSA, através de PDV e como ficaríamos nós aposentados sem eles?
Segue link da imagem, pois não consegui carregar na pagina.
https://uploaddeimagens.com.br/imagens/img-20170817-wa0021-jpg–2
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Completando a postagem acima: Em caso de dúviddas, entre em contacto pelo endereço eletrônico ” PDV.RFFSA2017@valec.gov.br
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