Por Fernando João Abelha

O calendário anual registra o segundo domingo de agosto como dedicado às comemorações do sublime ministério de ser pai. Ao comemorarmos no aconchego das nossa famílias esta singularr data, é fundamental deixar bem claro que ser pai não é apenas difundir ao seu circulo de amizades, o título machista de procriador. É muito mais. É estar convicto de fazer vitoriosa a sua descendência. Tê-la e sustentá-la por toda existência mantendo sempre os compromissos inerentes à vida da família para fazê-la vencedora.

Para tanto, é necessário usar como artifício o seu jeito de amar e sentir a alegria com o dom oferecido por Deus a cada um de nós. Não somente ao pai, mas, principalmente, á mãe. Ser pai é enfrentar corajosamente os extremosque vivemos no planeta Terra, que o insensato homem tenta destruir o seu o brilho com tantas extravagâncias e agressões à divina natureza. Estas reflexões não se aplicam somente ao pai biológico, mas, principalmente, ao que exerce o sacerdócio da adoção. Benditos sejam.

Ser pai

É perder o sono e trabalhar duro,

para ao filho garantir o futuro.

É sentir-se um cão sem dono

quando o filho está distante 

 por se tornar importante.

 

Ser pai é a convicção de glorificar

 o filho e torná-lo um vencedor.

 no caráter , na verdade e no labor.

manter sempre  a humildade

ao exercitar e cultivar o amor.

 

Ser pai é um presente,

que alegra e deixa contente

às nações do mundo inteiro.

É como uma árvore cativa

que dá fruto e sobrevive

em sintonia com o mar.

Ao  seguir um barco a vela

para o horizonte encontrar

 

Ser pai é acordar cedo,

É construir um brinquedo.

uma boneca um pião,

uma pipa, um caminhão,

só para ao filho agradar.

 

O pai tem de ser amado,

além de tudo respeitado,

do fundo do coração.

Pai é uma sensação gostosa,

uma coisa maravilhosa,

que não tem explicação.