Comentários de Fernando Abelha

Em nosso entendimento a Inventariança da RFFSA, na pessoa do inventariante, engenheiro Manoel Geraldo Costa, conseguiu junto aos Ministérios dos Transportes e do Planejamento iniciar a alienação de bens imóveis da empresa extinta, que se encontram abandonados pelas operadoras das concessões, em todo o país, sofrem invasões e depredações a cada momento. Os imóveis da massacrada RFFSA são, em sua grande maioria, privilegiados em face da localização, de vez que por todo século passado as cidades se formaram no entorno das linhas ferroviárias o que deu origem ao desenvolvimento regional e dos grandes centros urbanos.

Assim, notícia veiculada pela imprensa anuncia que o Ministério do Planejamento espera arrecadar R$ 1,4 bilhão com a venda de imóveis não operacionais da extinta Rede Ferroviária Federal – RFFSA. O objetivo é reforçar o caixa do fundo de contingência da RFFSA, criado para lidar com as dívidas e obrigações da antiga empresa. Entre os imóveis localizados em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grane do Sul, Paraná e Goiás, há glebas de terras de 527.000 metros quadrados no caso do município de Senador Canedo, em Goiás.

Fonte: Revista Época

Colaboração do engenheiro Almir Gaspar