Colaboração do engenheiro Almir Gaspar, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Leopoldina.

Registro do jornalista Ernesto Neves, através da Coluna Radar On-Line, da Revista Veja, dão conta de que “ as promessas do governo de expandir a malha ferroviária, ficaram apenas no papel. Com uma área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil tem 28,6 mil quilômetros de ferrovias. Ou seja, são apenas 3,4 quilômetros de trilhos por cada quilômetro quadrado. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos têm 23 quilômetros, a França 33 e a Alemanha 130 quilômetros. O estudo foi feiro pelo especialista da Fundação Getúlio Vargas Marcus Quintella.”

Nota da Redação deste blog: Após a concessão das nossas ferrovias à iniciativa privada, os então 28, 6 mil quilômetros de linhas estão reduzidos a menos de 10 mil em operação. Este fato a literatura científica ainda não registra por que não é divulgado pelo DENIT e ANTT.

Reflexões históricas mas, válidas até os dias atuais

Recebemos as seguintes reflexões do jornalista, ferroviário e colaborador deste blog, Luiz Carlos Vaz:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa)

“Educai as crianças e não será necessário punir os adultos” (Pitágoras).

“Pode-se enganar a todos por algum tempo, pode-se enganar alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar a todos todo o tempo”.(A. Lincoln)

“Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma de um jornal residem em seu senso moral, sua coragem, sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua disposição em servir à sociedade.” (Joseph Pulitzer)