Por Fernando Abelha
Notícias difundidas pelos meios de comunicação da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária – ABIFER e pela GE Transportation, em Contagem, Minas Gerais, analisam a concorrência entre os modais ferroviário e rodoviário. Embora com referências ao ano de 2009 acreditamos que, pouco mudou, comparativamente, aos dias atuais.
Assim se pronunciaram: “Pare o que está fazendo e olhe ao redor e conclua. Quais dos objetos próximos a você podem ter chegado aos seus pontos de venda por meio de trens ou caminhões? Ou será que foi a matéria prima das roupas que você veste ou do dispositivo por onde está lendo este texto que viajou pelos trilhos brasileiros?
Hoje, o transporte rodoviário, predominante no território brasileiro, é o que recebe a maior parte dos investimentos em infraestrutura. Isso é o que constata, mais uma vez, o Mapa da Logística dos Transportes no Brasil de 2014 do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Para efeito de comparação, no ano passado, as rodovias receberam R$ 11, 92 bilhões em investimentos públicos e privados e, para as ferrovias, o valor foi de R$ 7,3 bilhões.
Em 2009, segundo dados da Confederação Nacional de Transportes (CNT), 61% de toda a carga transportada no país passou pelas rodovias. O modal ferroviário foi responsável por apenas 21% do transporte de carga brasileira.
Mas, o cenário está mudando para melhor no que diz respeito à expansão e à modernização da malha ferroviária e a GE está participando ativamente dessa mudança em parceria com outras empresas e associações como a ABIFER.
Fonte: Pesquisas na Internet

JUSTIÇA A PASSOS DE TARTARUGA.
Os ferroviários aposentados, somos mesmos discriminados de todas as maneiras, todos os anos, o reajuste das aposentadorias, fica nessa pendenga, 12,13.14 meses após a data base, é que recebemos as parcelas,sem qualquer correção monetária( e tome prejuizo), no TRT-10 Brasilia, tramita uma ação de numero 0292 na primeira vara desde 2007, ação essa levada cabo pela AARFFSA, visando corrigir, justamente diferenças salariais, o processo já conta com uns dez volumes, e juiz não dicide nada, apesar da lei destacar que os idosos deveriam ter prioridade na tramitação e julgamento, muitos ferroviários já morreram e outros tantos ainda vão morrer, sem ver esse processo chegar ao fim,.Hora de todos os aposentados tomarem conhecimento, e passarem a cobrar do CNJ , conselho Nacional de Justiça, uma solução para nosso caso.
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